Um colinho faz bem

Existe sempre aquela dúvida se pegar o bebê no colo quando ele chora é uma atitude certa ou errada. Claro que o ideal é descobrir quando se trata de manha e quando de fato alguma coisa não está bem. Mas uma coisa é certa: os momentos em que a criança passa no colo da mãe ou do pai, permanecem na memória para a vida toda. Mesmo que essa lembrança não fique como imagens na sua cabecinha; fica uma sensação guardada na memória do corpo. Um estudo feito pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Havard (Estados Unidos) descobriu que bebês e crianças que tinham esse tipo de contato com os pais eram adultos mais protegidos contra ansiedade e doenças como depressão. Os resultados foram publicados no periódico The Harvard University Gazette.

O colo da mãe ou do pai ajuda a diminuir o choro e deixar o bebê menos estressado, principalmente no caso de um recém-nascido que precisa passar um tempo na UTI.  Ainda, afirma-se que os movimentos intestinais da criança são impulsionados com o calor do corpo da mãe.

Uma pesquisa feita pelo Departamento de Pediatria da Unifesp e publicada no periódico da Universidade constatou que o colo da mãe pode diminuir a sensação de dor que o bebê sente em intervenções doloridas, como uma vacina. Além disso, no caso de bebês prematuros, o contato direto com o peito nu da mãe ou do pai ajuda a acelerar o metabolismo do bebê, contribuindo para o seu crescimento e ganho de peso.