Membrana Amniótica

Colete, armazene e prepare sua família para o futuro.

Os tecidos perinatais são especiais e a membrana amniótica não é diferente!

A membrana amniótica é aquela membrana que envolve o bebê dentro da bolsa, ainda dentro do útero. Ao nascimento, essa membrana é eliminada, juntamente com a placenta.

Estudos mostram que essa membrana pode atuar como um curativo biológico, pois apresenta células e outros componentes protéicos com potencial para proteger a ferida, acelerar a cicatrização e aliviar a dor.

Tecidos perinatais e membrana amniótica
Membrana Amniótica - Por que armazenar?

Por que armazenar?

  • Atua como curativo biológico.
  • Auxilia na regeneração de tecidos como a pele e a córnea, pois possui características teciduais semelhantes.
  • Há uma alta incidência de acidentes com queimaduras graves em crianças, portanto é interessante ter disponibilidade desse material.
  • Proporciona redução da dor local, favorece a cicatrização e protege contra contaminação de feridas por bactérias.
  • Pode complementar os enxertos de pele.
  • A coleta é indolor, e só será feita depois do nascimento do bebê, no laboratório.
  • Pode ser usado para qualquer pessoa, pois independe de compatibilidade.

Terapias aprovadas

  • É aprovado para uso como curativo e cicatrizante oftalmológico.
  • Já é utilizado em muitos países da América Latina, América do Norte e Europa como curativo para queimaduras superficiais e profundas, tratamento de úlceras varicosas e em feridas causadas por diabetes, além de cirurgias oftalmológicas.
  • Aguarda-se aprovação da Anvisa (Brasil) para utilização como curativo em outras patologias, tais como queimaduras graves e feridas de grande porte.

Membrana amniótica - Terapias aprovadas
Membrana amniótica - Quem usa

Quem se beneficia?

A própria criança doadora, membros da família ou qualquer outra pessoa determinada pelos responsáveis.

Para quais problemas
pode ser indicada?

  • Cirurgias oftalmológicas
  • Queimaduras
  • Feridas causadas por diabetes
  • Feridas causadas por úlceras varicosas

Referências:

Ravishanker e cols. Burns, 2003. Perepelkin e cols. Cell Tissue Bank, 2015. Pereima e cols. Burns, 2019. Milan e cols. Methods, 2019

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