Tecido de Cordão Umbilical

Colete, armazene e prepare sua família para o futuro.

Por que armazenar?

  • Rico em células mesenquimais, que por serem coletadas ao nascimento, são mais imaturas e possuem menor chance de exposição a fatores ambientais prejudiciais, comparado a outras fontes em adultos.
  • Grande capacidade de diferenciação em células dos tecidos ósseo, cartilaginoso, muscular e nervoso, entre outros.
  • Habilidade de recuperar a vascularização de um tecido e modular o sistema imunológico, auxiliando na diminuição da inflamação e na recuperação de tecidos e órgãos.

Tecido de Cordão Umbilical - Por que Armazenar
Tecido de Cordão Umbilical - Por que Armazenar

  • Potencial terapêutico em pacientes com diferentes condições, incluindo disfunções do fígado, doenças cardiovasculares, doenças autoimunes e osteoartrite.
  • Diversos centros de terapia celular, nacionais e internacionais, estão desenvolvendo protocolos de produção em larga escala dessas células e lançamentos de produtos de terapia avançada para diferentes doenças.

Referências:

Hass e cols. Cell Communication and Signaling, 2011. Kalaszczynska e Ferdyn. Biomed Research International, 2015. Arutyunyan e cols. Stem Cells International, 2016. Mizukami e cols.Biochemical Engineering Journal, 2018. Carias e cols. Revista Visa em Debate, 2018.

O Tecido de
Cordão Umbilical

As células-tronco permanecem no indivíduo após o nascimento, com a função de reparar tecidos que sofreram lesão ou que estão doentes. Como exemplo, temos as células-tronco mesenquimais / células estromais mesenquimais, presentes no tecido de cordão umbilical, na polpa do dente, no tecido adiposo, entre outras fontes.

Tecido de Cordão Umbilical

Propriedades do Tecido
de Cordão Umbilical

Foi demonstrado que as células mesenquimais do tecido de cordão umbilical, quando utilizadas em conjunto com o sangue de cordão, podem melhorar os resultados dos transplantes de medula óssea em pacientes com doenças onco-hematológicas.

Diversas pesquisas clínicas estão em andamento para explorar o seu potencial terapêutico em pacientes com diferentes condições, incluindo disfunções do fígado, doenças cardiovasculares, doenças autoimunes, doenças neurológicas e osteoartrite.

Referências:

Wu e cols. Cell Transplantation, 2013. Wu e cols. Transplantation, 2013. Arutyunyan e cols. Stem Cells International, 2016.

Seleção de terapêuticas aprovadas

  • Alofisel®: aprovado na Europa, para fístula perianal complexa em adultos com doença de Crohn.
  • TEMCELL® HS: aprovado no Japão, para rejeição após transplante de medula óssea.
  • Stempeucel®: aprovado na Índia, para isquemia crítica de membro em pacientes com doença de Buerger (tromboangeíte obliterante).
  • Cartistem®: aprovado na Coréia, para defeitos de cartilagem do joelho em pacientes com osteoartrite degenerativa ou por trauma repetitivo.
  • Cupistem®: aprovado na Coréia, para fístula anal em pacientes com doença de Crohn.
  • Cellgram®-AMI: aprovado na Coréia, para infarto agudo do miocárdio reperfundido por angioplastia coronariana dentro de 72h após dor torácica.

Terapêuticas em pesquisa

  • Doenças cardiovasculares, disfunções respiratórias, lesão da medula espinal, diabetes mellitus, disfunções do fígado, doenças autoimunes, osteoartrite, doença de Alzheimer, distrofia muscular, entre diversas outras doenças.

Referências:

1 Wu e cols. Cell Transplantation, 2013. 2 Wu e cols. Transplantation, 2013. 3 Arutyunyan e cols. Stem Cells International, 2016. 4 Matas e cols. Stem Cells Translational Medicine, 2018. 5 Bartolucci e cols. Circulation Research, 2017.

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