Hemocord Banco para Armazenar Células-Tronco

Vantagens de Armazenar Células-Tronco

Saiba mais sobre as vantagens da decisão e sobre o processo de coleta e transporte para armazenar células-tronco do sangue umbilical.

Coleta do sangue de cordão umbilical

As células-tronco adultas são células imaturas e indiferenciadas, que podem ser encontradas em diversos tecidos e órgãos do nosso organismo. A medula óssea e o sangue do cordão umbilical são ricos em células-tronco adultas do tipo hematopoiéticas, e são desses locais que essas células-tronco são coletadas para serem estocadas e/ou utilizadas em transplantes. A coleta do sangue de cordão é um processo rápido, indolor e não-invasivo, sem necessidade de cirurgia ou intervenção cirúrgica.

Atualmente, as células-tronco hematopoiéticas são aprovadas para utilização em tratamentos clínicos. O transplante de células-tronco hematopoiéticas da medula óssea ocorre desde a década de 50(1). Já o primeiro transplante de células-tronco hematopoiéticas provenientes do sangue de cordão umbilical foi realizado no final da década de 80 e, desde então, aproximadamente 35 mil transplantes com células-tronco hematopoiéticas do sangue de cordão umbilical foram realizados em todo o mundo(2,5).

Diferente das células-tronco hematopoiéticas, as células-tronco mesenquimais são células-tronco adultas presentes em tecidos como o adiposo e a geléia de Wharton (presente no tecido do cordão umbilical). As células-tronco mesenquimais são alvo de diversos estudos por suas importantes propriedades, entretanto, ainda não possuem aplicações clínicas disponíveis, tais como as células-tronco hematopoiéticas da medula óssea e do cordão umbilical.

Por que coletar?

  • Porque desde o final da década de 80, o número de transplantes com células-tronco hematopoiéticas do sangue de cordão umbilical vem crescendo exponencialmente, e aproximadamente 35 mil transplantes de sangue de cordão já foram realizados(5).
  • Porque, no caso de um transplante, a equipe médica buscará primeiramente uma amostra compatível dentro da família do paciente. Armazenar células-tronco do sangue do cordão umbilical em um banco privado garante a disponibilidade imediata dessa amostra ao seu doador ou familiar compatível. Por outro lado, no banco público a amostra do sangue de cordão umbilical é doada, não permitindo ser reivindicada pelos pais e familiares, e sem garantia de disponibilidade imediata para o próprio doador ou familiar compatível.
  • Porque, conforme estudos avançam na terapia regenerativa, a probabilidade de uso em doenças não-hematológicas é crescente(4).

Referências:

  1. Copelan, E. A. Hematopoietic Stem-Cell Transplantation. New England Journal of Medicine. 354, 1813-1826 (2006).
  2. Gluckman, E. e cols. Hematopoietic reconstitution in a patient
with Fanconi’s anemia by means of umbilical-cord blood from an HLA- identical sibling. New England Journal of Medicine. 321, 1174-1178 (1989).
  3. Ballen, K. K. e cols. Umbilical cord blood transplantation: the first 25 years and beyond. Blood. 122, 491–498 (2013).
  4. Yoden, M. C. Cord blood banking and transplantation: advances and controversies. Current Opinion Pediatry. 26,163–168 (2014).
  5. Ballen K. K. e cols. Umbilical cord blood donation: public or private? Bone Marrow Transplantation. 1-8 (2015).

Quais as vantagens da coleta do sangue de cordão umbilical sobre as outras opções?

  • O momento do parto é uma oportunidade de coletar células-tronco hematopoiéticas de forma indolor, sem envolver riscos anestésicos ou cirúrgicos.
  • Até o momento, as células-tronco hematopoiéticas são as únicas com aplicações terapêuticas aprovadas para doenças hematológicas, doenças metabólicas, imunodeficiências e tumores sólidos(1).
  • As células-tronco do sangue do cordão umbilical são totalmente compatíveis com as células do próprio bebê, em caso de transplante autólogo futuro.
  • A chance de compatibilidade total entre irmãos chega a 25%. Entretanto, a relativa imaturidade das células-tronco hematopoiéticas do sangue de cordão também permite o transplante entre indivíduos parcialmente compatíveis, aumentando consideravelmente as chances de transplante entre irmãos e familiares(2).
  • Os transplantes de células-tronco hematopoiéticas do sangue de cordão estão associados a menores índices de rejeição e de recidiva da doença, se comparados aos transplantes de medula óssea(3-6).
  • Em caso de necessidade, o material criopreservado estará à disposição para utilização imediata.
  • Até o momento, estudos mostram que o sangue de cordão umbilical pode ser armazenado em nitrogênio líquido a 196°C negativos por 24 anos, sem aparente comprometimento das células-tronco e células progenitoras hematopoiéticas(7).

Referências:

  1. Gluckman, E. e cols. Family-directed umbilical cord blood banking. Haematologica. 96, 1700-1707 (2011).
  2. Beatty, P.G.ecols. Probabilityoffinding HLA-mismatchedrelatedor unrelated marrow or cord blood donors. Human Immunology. 61, 834-840 (2000).
  3. Rocha, V. e cols. Graft-versus-host disease in children who have received a cord-blood or bone marrow transplant from an HLA- identical sibling. Eurocord and International Bone Marrow Transplant Registry Working Committee on Alternative Donor and Stem Cell Sources. New England Journal of Medicine. 342, 1846-1854 (2000).
  4. Rocha, V. e cols. Transplants of umbilical-cord blood or bone marrow from unrelated donors in adults with acute leukemia. New England Journal of Medicine. 351, 2276-2285 (2004).
  5. Eapen, M. e cols. Outcomes of transplantation of unrelated donor umbilical cord blood and bone marrow in children with acute leukaemia: a comparison study. Lancet. 369, 1947-1954 (2007).
  6. Gluckman, E. e cols. Eurocord Transplant Group and the European Blood and Marrow Transplantation Group. Outcome of cord-blood transplantation from related and unrelated donors. New England Journal of Medicine. 337, 373-381 (1997).
  7. Broxmeyer, H. E. Insights into the biology of cord blood stem ⁄ progenitor cells. Cell Proliferation. 44, 55-59 (2011).

Investindo em células-tronco do sangue de cordão umbilical

O artigo escrito por Sarah Webb e publicado na revista Nature Biotechnology em 2013 passou por tradução juramentada da sua versão original, e pode ser acessado diretamente no link abaixo. Nesse artigo, a autora nos proporciona uma leitura que reúne a visão de importantes profissionais da área sobre o uso de células-tronco do sangue de cordão umbilical e seus diversos aspectos, entre eles aplicações clínicas, custos relacionados, desenvolvimento de produtos para transplantes, situação dos bancos públicos e privados, bem como pesquisas em andamento e perspectivas futuras pertinentes ao tema.

“No futuro, esperamos que a necessidade de desenvolver uma terapia celular personalizada possa ocorrer e, nesse caso, ter o seu sangue de cordão armazenado será uma vantagem formidável” – Dr. Pablo Rubinstein*.

*Pioneiro no congelamento do sangue de cordão umbilical. Co-fundador e diretor do Programa Nacional de Sangue de Cordão (National Cord Blood Program) no New York Blood Center (EUA). Professor adjunto da Universidade de Columbia (EUA). Autor de mais de 200 artigos científicos sobre imunogenética, bancos de sangue de cordão e transplantes.

Baixar artigo

Aplicações atuais do sangue de cordão umbilical

Atualmente, o sangue de cordão tem o propósito de ser uma alternativa ao transplante de medula óssea. Ou seja, o paciente que tem uma doença em que há indicação de realizar transplante de medula poderá utilizar também sangue de cordão umbilical (vide lista abaixo).

Ainda é possível adicionar à lista de doenças tratáveis com células-tronco hematopoiéticas os tumores sólidos que tem incidência maior na infância, como o neuroblastoma, retinoblastoma, rabdomiossarcoma, tumor de Wilms, entre outros, onde o tratamento principal é a quimioterapia. O transplante de medula, porém, é realizado como coadjuvante após a quimioterapia.

Cabe salientar que o sangue de cordão umbilical para transplante autólogo pode não ser adequado para todas as doenças hereditárias. Não há garantia que esse será compatível com um familiar ou promoverá a cura. Como em qualquer tratamento, o sucesso terapêutico depende de fatores como estágio e tipo de doença apresentada e grau de compatibilidade entre doador e receptor. O uso de células-tronco em doenças que estão em pesquisa ainda é considerado experimental. Apesar de o potencial de uso das células-tronco de cordão umbilical estar expandindo rapidamente, as chances de ser necessária sua utilização em famílias de baixo risco são pequenas.

Tumores Sólidos

Gliomas de alto grau AUTÓLOGO
Meduloblastoma AUTÓLOGO
Neuroblastoma AUTÓLOGO
Pineoblastoma AUTÓLOGO
Retinoblastoma AUTÓLOGO
Sarcoma de Ewing AUTÓLOGO
Tumor de células germinativas AUTÓLOGO
Tumor de Wilms AUTÓLOGO
Tumor teratóide-rabdóide AUTÓLOGO
Tumores do sistema nervoso central AUTÓLOGO

Doenças Hematológicas Malignas

Anemia refratária com excesso de blastos ALOGÊNICO
Anemia refratária com sideroblastos ALOGÊNICO
Citopenias refratárias ALOGÊNICO
Granulomatose linfomatóide ALOGÊNICO
Histiocitose de células de Langerhans ALOGÊNICO
Leucemia aguda indiferenciada ALOGÊNICO
Leucemia aguda promielocítica ALOGÊNICO
Leucemia bifenotípica ALOGÊNICO
Leucemia de plasmócitos ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Leucemia linfóide aguda ALOGÊNICO
Leucemia linfóide crônica ALOGÊNICO
Leucemia mielóide aguda ALOGÊNICO
Leucemia mielóide crônica ALOGÊNICO
Leucemia mielóide crônica BCR/ABL negativo ALOGÊNICO
Leucemia mielomonocítica crônica ALOGÊNICO
Leucemia mielomonocítica juvenil ALOGÊNICO
Linfoma anaplásico de grandes células ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Linfoma de Burkitt ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Linfoma de Hodgkin ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Linfoma difuso de grandes células B ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Linfoma linfoblástico ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Linfoma não-Hodgkin ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Macroglobulinemia de Waldenstrom ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Mielofibrose ALOGÊNICO
Mieloma múltiplo ALOGÊNICO AUTÓLOGO

Imunodeficiências

Agamaglobulinemia ligada ao X ALOGÊNICO
Ataxia-telangiectasia ALOGÊNICO
Deficiência de adesão leucocitária ALOGÊNICO
Deficiência de MHC classe II ALOGÊNICO
Deficiência de purina nucleosídeo fosfarilase ALOGÊNICO
Deficiência de ZAP-70 ALOGÊNICO
Deficiência do receptor gama-interferon ALOGÊNICO
Disgenesia reticular ALOGÊNICO
Displasia reticular ALOGÊNICO
Displasia tímica ALOGÊNICO
Doença granulomatosa crônica ALOGÊNICO
Doença linfoproliferativa ligada ao X ALOGÊNICO
Imunodeficiência combinada grave com células B e sem células T ALOGÊNICO
Imunodeficiência combinada grave com deficiência de adenosina deaminase ALOGÊNICO
Imunodeficiência combinada grave sem células T e B ALOGÊNICO
Imunodeficiência comum variável ALOGÊNICO
Imunodeficiência ligada ao X ALOGÊNICO
Linfohistiocitose familiar ALOGÊNICO
Porfiria eritropoiética ALOGÊNICO
Síndrome de Chediak-Higashi ALOGÊNICO
Síndrome de DiGeorge ALOGÊNICO
Síndrome de Griscelli ALOGÊNICO
Síndrome de hiper-IgM ALOGÊNICO
Síndrome de Morquio ALOGÊNICO
Síndrome de Omenn ALOGÊNICO
Síndrome de Pearson ALOGÊNICO
Síndrome de Wiskott-Aldrich ALOGÊNICO
Síndrome Hermansky-Pudlak ALOGÊNICO

Hemoglobinopatias

Anemia Diamond - Blackfan ALOGÊNICO
Anemia falciforme ALOGÊNICO
Doença Hb-SC ALOGÊNICO
S – β Talassemia ALOGÊNICO
α Talassemia Major ALOGÊNICO
β Talassemia Major ALOGÊNICO

Distúrbios Metabólicos

Adrenoleucodistrofia ligada ao cromossomo X ALOGÊNICO
Alfa manosidose ALOGÊNICO
Aspartilglicosaminúria ALOGÊNICO
Doença de Batten ALOGÊNICO
Doença de Gaucher ALOGÊNICO
Doença de Gunther ALOGÊNICO
Doença de Krabbe ALOGÊNICO
Doença de Lesch-Nyhan ALOGÊNICO
Doença de Tay-Sachs ALOGÊNICO
Doença de Wolman ALOGÊNICO
Fucosidose ALOGÊNICO
Gangliosidose ALOGÊNICO
Leucodistrofia metacromática ALOGÊNICO
Lipofucosinose ceroide infantil ALOGÊNICO
Mucolipidose tipos II, III ALOGÊNICO
Osteopetrose ALOGÊNICO
Síndrome de Hermansky-Pudlak ALOGÊNICO
Síndrome de Hunter ALOGÊNICO
Síndrome de Hurler ALOGÊNICO
Síndrome de Hurler-Scheie ALOGÊNICO
Síndrome de Maroteaux-Lamy ALOGÊNICO
Síndrome de Niemann Pick ALOGÊNICO
Síndrome de Sandhoff ALOGÊNICO
Síndrome de Sanfilippo (Mucopolissacaridoses III) ALOGÊNICO
Síndrome de Sly ALOGÊNICO

Falência Medular

Anemia aplástica ALOGÊNICO AUTÓLOGO
Anemia de Fanconi ALOGÊNICO
Anemia deseritropoiética congênita ALOGÊNICO
Anemia sideroblástica congênita ALOGÊNICO
Aplasia pura da série vermelha ALOGÊNICO
Disceratose congênita ALOGÊNICO
Doença de Glanzmann ALOGÊNICO
Hemoglobinúria paroxística noturna ALOGÊNICO
Neutropenia auto-imune severa ALOGÊNICO
Neutropenia congênita ALOGÊNICO
Síndrome de Blackfan-Diamond ALOGÊNICO
Síndrome de Evan ALOGÊNICO
Síndrome de Kostmann ALOGÊNICO
Síndrome de Schwachman-Diamond ALOGÊNICO
Trombocitopenia amegacariocítica ALOGÊNICO

Referências:

  1. Bashir, Q. e cols. Umbilical cord blood transplantation. Clin Adv Hematol. 8, 786-801 (2010).
  2. Bishop, M. R. e cols. Long-term Outcomes of Adults with Acute Lymphoblastic Leukemia after Autologous or Unrelated Donor Bone Marrow Transplantation A Comparative Analysis by the National Marrow Donor Program and Center for International Blood and Marrow Transplant Research. Bone Marrow Transplant. 2008. 41, 635–642 (2008).
  3. Butler, M. G. e cols. Umbilical cord blood banking: an update. J Assist Reprod Genet. 28, 669-676 (2011).
  4. Keating A, e cols. Autologous blood cell transplantation versus HLA- identical sibling transplantation for acute myeloid leukemia in first complete remission: a registry study from the Center for International Blood and Marrow Transplantation Research. Haematologica. 98, 185– 192 (2013).
  5. Seber, A. e cols. Indications for Pediatric Hematopoietic Stem Cell Transplantation: Consensus presented at the First Meeting on Brazilian Hematopoietic Stem Cell Transplantation Guidelines – Brazilian Society of Bone Marrow Transplantation. Rev Bras Hematol Hemoter. 32, 225- 239 (2010).
  6. Stanevsky, A. e cols. Umbilical cord blood transplantation: pros, cons and beyond. Blood Rev. 23, 199-204 (2009).

Coleta do tecido do cordão umbilical

É uma forma conveniente de coletar as células-tronco mesenquimais, tão estudadas atualmente para lesões articulares, musculares e de cartilagem causadas por esportes ou degenerações decorrentes da idade. Essas células são coletadas a partir do cordão umbilical, um tecido neonatal e com menor probabilidade de exposição a fatores ambientais, se comparado a tecidos adultos. Desta forma, as chances de mutações genéticas nas células-tronco mesenquimais contidas no cordão umbilical são menores, se comparadas às células-tronco mesenquimais da medula óssea ou do tecido adiposo de um adulto. Além disso, o risco de contaminação viral é mínimo.

Por que coletar?

  • Porque há vantagens em armazenar células-tronco coletando células de um tecido neonatal, com menor exposição a fatores ambientais, maior capacidade proliferativa e maior potencial de diferenciação, se comparado às células-tronco mesenquimais de tecidos adultos, como a medula óssea(1).
  • Porque é o momento mais conveniente, evitando necessidade de procedimentos cirúrgicos para a retirada de células-tronco mesenquimais.
  • Porque são células-tronco que vêm demonstrando, através de estudos, bons resultados para diversas doenças, tais como lesões do esporte, lesões articulares degenerativas, doenças cardíacas, diabetes e doenças neurológicas, além de potencializarem os resultados de transplantes de medula óssea. Atualmente, há mais de 60 ensaios clínicos que empregam essas células em pacientes.

Referenciais:

  1. Hass, R. e cols. Different populations and sources of human mesenchymal stem cells (MSC): A comparison of adult and neonatal tissue-derived MSC. Cell Communication and Signaling. 9, 1-12 (2011).

Aplicações Potenciais

Há mais de uma década, a ampliação das aplicações do sangue e tecido de cordão umbilical em doenças degenerativas e incapacitantes conta com a imensa mobilização da comunidade científica internacional para o seu amplo desenvolvimento. Profissionais médicos e pesquisadores estão progredindo significativamente e avaliando a segurança e eficácia das células-tronco dessa origem em estudos clínicos, muito além do seu uso em cânceres e doenças hematológicas.

O estudo clínico envolve pesquisa com o uso de voluntários humanos, na intenção de aprimorar o conhecimento médico-científico relacionado ao diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças ou determinadas condições. O site www.clinicaltrials.gov oferece informações sobre estudos clínicos controlados em voluntários humanos, em aproximadamente 190 países. De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (National Institutes of Health – NIH), os ensaios clínicos são conduzidos em quatro fases:

  • Fase I – o tratamento é realizado em poucos pacientes (entre 20 a 80) para avaliação da segurança, dose e efeitos indesejáveis.
  • Fase II – o tratamento é realizado em um grupo maior de pacientes (entre 100 a 300), para avaliação da eficácia e segurança.
  • Fase III – o tratamento é realizado em grandes grupos de pacientes (entre 1.000 a 3.000), para a confirmação da eficácia, dos efeitos indesejáveis, e para a comparação com tratamentos convencionais.
  • Fase IV – nessa fase, os ensaios clínicos são realizados após aprovação/comercialização, e estudam os riscos, benefícios e aprimoramento do uso do produto ou técnica.

Ensaios Clínicos

Doença/Condição
Fonte de células-tronco
Fase do estudo
Última atualização
Identificador no site clinicaltrials.gov
Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Sangue do cordão
I
28/07/2015
NCT01673932
Sangue do cordão
I
07/03/2016
NCT02397018
Sangue do cordão
I/II
29/05/2015
NCT02460484
Tecido do cordão
I/II
31/03/2015
NCT02378974
Tecido do cordão
II
30/11/2015
NCT02580019
Anemia Aplástica Herdada ou Adquirida
Sangue do cordão
II
22/04/2016
NCT00604201
Sangue do cordão
II
21/12/2015
NCT01343953
Sangue do cordão
IV
01/05/2016
NCT02745717
Artrite Reumatóide
Tecido do cordão
I/II
04/02/2016
NCT01985464
Ataxia Cerebelar
Tecido do cordão
II
18/06/2012
NCT01489267
Autismo
Sangue do cordão
I
04/02/2016
NCT02176317
Sangue do cordão
II
01/03/2016
NCT01638819
Tecido do cordão
I/II
15/09/2015
NCT02192749
Sangue e tecido do cordão
I/II
13/10/2011
NCT01343511
Cardiopatias
Sangue do cordão
I
11/03/2016
NCT01883076
Sangue do cordão
Não Informado
16/12/2015
NCT01856049
Tecido do cordão
II
20/02/2015
NCT02368587
Tecido do cordão
I/II
02/06/2015
NCT01739777
Tecido do cordão
I/II
14/03/2016
NCT02439541
Cirrose Hepática
Tecido do cordão
I/II
13/10/2011
NCT01342250
Tecido do cordão
I/II
19/02/2016
NCT01233102
Colite Ulcerativa
Tecido do cordão
I/II
14/05/2015
NCT02442037
Complicações em Recém-Nascidos Prematuros
Sangue do cordão
I
30/01/2014
NCT02050971
Sangue do cordão
II
07/04/2015
NCT01828957
Defeito em Cartilagem Articular
Sangue do cordão
I/II
01/06/2015
NCT01733186
Sangue do cordão
III
19/04/2012
NCT01041001
Sangue do cordão
III
06/01/2016
NCT01626677
Tecido do cordão
I
23/12/2015
NCT02291926
Diabetes tipo 1
Sangue do cordão
I
01/04/2013
NCT00873925
Sangue do cordão
I/II
03/07/2012
NCT00305344
Sangue do cordão
II/III
Não informado
NCT02138331
Diabetes tipo 2
Sangue do cordão
I/II
16/02/2012
NCT01415726
Tecido do cordão
I
26/11/2014
NCT02302599
Distrofia Muscular de Duchenne
Tecido do cordão
I
30/06/2015
NCT02484560
Tecido do cordão
I/II
06/11/2014
NCT02285673
Doença de Alzheimer
Sangue do cordão
I/II
06/01/2016
NCT02054208
Tecido do cordão
I/II
29/01/2016
NCT02672306
Tecido do cordão
I/II
18/02/2016
NCT01547689
Doença do Enxerto-versus-Hospedeiro
Sangue do cordão
I/II
20/04/2012
NCT00823316
Tecido do cordão
I/II
07/04/2016
NCT01754454
Tecido do cordão
I/II
20/04/2015
NCT02032446
Doenças Respiratórias
Tecido do cordão
I/II
04/02/2016
NCT02192736
Tecido do cordão
I/II
11/05/2015
NCT02444455
Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica
Sangue do cordão
I
11/03/2016
NCT00593242
Sangue do cordão
I
Não informado
NCT02256618
Sangue do cordão
II
20/11/2015
NCT02612155
Tecido do cordão
II
18/11/2015
NCT02434965
Epidermólise Bolhosa
Sangue do cordão
II
21/06/2016
NCT01033552
Esclerose Lateral Amiotrófica
Sangue do cordão
Não informado
Não informado
NCT02236065
Tecido do cordão
II
18/06/2012
NCT01494480
Esclerose Múltipla
Tecido do cordão
I/II
04/02/2016
NCT02034188
Tecido do cordão
I/II
27/10/2015
NCT02587715
Tecido do cordão
I/II
03/11/2015
NCT02418325
Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV)
Tecido do cordão
II
26/05/2013
NCT01213186
Isquemia de membros
Sangue do cordão
I
31/01/2014
NCT01019681
Tecido do cordão
I/II
24/02/2016
NCT02287831
Lesão da Medula Espinal
Sangue do cordão
I/II
27/01/2014
NCT01471613
Sangue do cordão
I/II
20/08/2014
NCT01354483
Tecido do cordão
I/II
03/02/2016
NCT02237547
Tecido do cordão
III
22/06/2015
NCT02481440
Osteoartrite
Sangue do cordão
III
06/01/2016
NCT01626677
Tecido do cordão
I
23/12/2015
NCT02291926
Tecido do cordão
I/II
04/02/2016
NCT02237846
Paralisia Cerebral
Sangue do cordão
I
05/04/2016
NCT02599207
Sangue do cordão
I/II
20/06/2015
NCT01072370
Sangue do cordão
II
17/07/2012
NCT01528436
Sangue do cordão
II
04/02/2016
NCT01147653
Sangue do cordão
Não informado
Não informado
NCT02236065
Queimaduras
Sangue do cordão
I
01/12/2014
NCT02304562
Tecido do cordão
I/II
Não informado
NCT02672280

Verificado em maio de 2016.

Entenda o processo de Coleta de Células-Tronco