Hemocord Banco de Células Tronco

Qualidade Hemocord

Uma empresa dedicada à excelência.

Selos e Prêmios de Qualidade

O Hemocord tem como sua preocupação maior a VALIDAçÃO de sua política de qualidade interna e, dessa forma, encontra-se em franco processo de acreditação internacional pela AABB (Advancing Transfusion and Cellular Therapies Worldwide), além de acreditação pela Organização Nacional de Acreditação, específico para instituições de saúde.

Acreditação: um grande diferencial para as instituições de saúde

Nesta entrevista, a especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade, Katiane Carniel, explica os diferenciais de uma instituição oficialmente acreditada e fala sobre o reconhecimento dessa distinção diante do mercado de saúde em nível nacional, uma conquista comemorada recentemente pelo Hemocord.

O que significa para uma instituição de saúde ser “acreditada”?

Indica a validação da qualidade prestada em todos os serviços, da segurança dos clientes em escolher um serviço e dos colaboradores em atuarem numa instituição reconhecida e homologada. O mais importante é assumir o compromisso com a melhoria contínua dos serviços (tecnicamente) e no seu modelo de gestão.

Em linhas gerais, o que muda nos processos internos para um acreditado?

Eleva-se o nível do gerenciamento dos processos através da instrumentalização gerencial e de novos padrões de qualidade. Com isso, aumenta a percepção de competitividade no mercado, diminuindo o tempo de resposta a clientes, concorrentes, fornecedores e parceiros. Isso torna o negócio cada vez mais assertivo. A instituição assume o compromisso de administrar as falhas, gerando soluções e primando pela prevenção contínua nas atividades.

Quais os benefícios para quem contrata o serviço de uma instituição acreditada?

O compromisso com o cliente, em relação a transparência, a busca constante pela qualidade, a segurança do serviço prestado e o que se considera obrigação de todo serviço de saúde: a entrega do que foi contratado pelo cliente. O diferencial, porém, é a eficácia do serviço prestado.

Qual a sua percepção sobre a conquista de uma acreditação e quais são os desafios futuros?

Toda instituição de saúde tem o dever de garantir aos seus clientes o melhor serviço prestado e isso requer um serviço eficaz, sem as chamadas ”meias entregas” ou “entregas parciais”. O cliente não compra uma parte do nosso serviço, ele adquire a confiança, a segurança, o compromisso, a técnica, a qualidade das informações prestadas, a prontidão de resposta, a disponibilidade e, principalmente, o atendimento pleno das suas necessidades. Quando entendemos a magnitude do papel de cada processo, fortalecemos a empresa frente ao mercado. A conquista da acreditação é o inicio de uma nova caminhada, essencialmente no atendimento às necessidades dos clientes e no desenvolvimento e aprimoramento do que chamamos de modelo gerencial.

Prêmio João Carlos Haas Sobrinho

Prêmio João Carlos Haas Sobrinho de Direitos Humanos e Cidadania

Categoria Pesquisa e Saúde

O Hemocord recebeu o PRÊMIO JOÃO CARLOS HAAS SOBRINHO de Direitos Humanos, na categoria pesquisa e saúde. Há 11 anos, o reconhecimento destaca pessoas e entidades que promovem a defesa dos direitos humanos em suas respectivas áreas de atuação e homenageia o médico gaúcho de mesmo nome pela luta em prol da defesa dos direitos humanos em nível nacional.

Dentre as personalidades já homenageadas estão o jornalista Caco Barcellos, a Ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário e, nesta última edição, a Deputada Federal Manuela D’Ávila.

A relevância e a qualidade dos serviços prestados na área da saúde e o incentivo à pesquisa com células-tronco junto ao Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUC-RS renderam ao Hemocord a distinção entre os agraciados da edição 2011.

Na ocasião, a Doutora Karolyn Sassi Ogliari, diretora do Hemocord, representou a instituição na cerimônia que também contou com a presença de autoridades locais e de vários colaboradores da empresa.

Índices de Qualidade Hemocord

O Hemocord prioriza pela qualidade e excelência de seus serviços, investindo no treinamento contínuo de seus coletadores e na qualificação dos profissionais de seu laboratório, proporcionando treinamento e aperfeiçoamento técnico e científico, mantendo seu padrão internacional de qualidade e investindo em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Contaminação microbiológica

Durante o ano de 2014, um total de 490 amostras de sangue de cordão umbilical foram processadas em nosso laboratório, e apenas 1 apresentou contaminação, representando 0,2% de todos os processamentos realizados. O Hemocord apresentou índice de contaminação microbiológica inferior aos índices de contaminação de amostras de sangue de cordão descritos em estudos internacionais(1-4).

Volume de sangue do cordão umbilical

O Hemocord possui em sua equipe um profissional dedicado ao treinamento periódico dos coletadores, proporcionando refinamento técnico progressivo por meio de atualizações presenciais e um rígido controle de qualidade a cada coleta realizada. Essa gestão de qualidade em nossas coletas nos permitiu alcançar uma média de 87 mL de volume de sangue de cordão coletado no ano de 2014, superior à média de volume de sangue de cordão coletado em bancos privados internacionais, que foi de 60 mL5. Sabemos da importância dessa etapa para a obtenção da maior concentração possível de células, que é fundamental para o processo.

Características de pureza e potência das amostras

O órgão governamental americano Food and Drug Administration (FDA) estabeleceu diversos parâmetros de qualidade – que incluem critérios de pureza e potência – para o licenciamento de amostras de sangue de cordão umbilical destinadas a transplantes6. O Hemocord avalia esses parâmetros em cada amostra de sangue de cordão umbilical processada em seu laboratório, com base nos padrões da FDA aplicados pela Fundação Internacional NetCord (International NetCord Foundation), em colaboração com a Fundação para a Acreditação em Terapia Celular (Foundation for the Accreditation of Cellular Therapy – FACT)7. Os parâmetros preconizados são baseados nos valores mínimos pós-processamento de

 

a) 500 milhões de células nucleadas;

b) 85% de viabilidade celular;

c) 1 milhão e 250 mil células CD34+ (CD34 é uma glicoproteína presente na superfície das células-tronco e células progenitoras hematopoiéticas).

 

No ano de 2014, as amostras processadas no Hemocord apresentaram uma média de:

a) 865 milhões e 210 mil células nucleadas;

b) 88% de viabilidade celular;

c) 2 milhões e 174 mil células CD34+.

 

Desta forma, os índices de qualidade das amostras processadas e criopreservadas em nosso laboratório estão de acordo com os valores recomendados pela NetCord (Illinois – EUA) e FACT (Centro Médico da Universidade de Nebraska – EUA), centros internacionais de referência na regulamentação e acreditação de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical em todo o mundo.

Referências:

  1. Clark, P. e cols. Factors affecting microbial contamination rate of cord blood collected for transplantation. Transfusion. 52, 1770-1777 (2012).
  2. Honohan, A. e cols. Microbial contamination of cord blood stem cells. Vox Sanguinis. 82, 32-38 (2002).
  3. Kamble, R. Microbial contamination of hematopoietic progenitor cell grafts-incidence, clinical outcome, and cost-effectiveness: an analysis of 735 grafts. Transfusion. 45, 874-878 (2005).
  4. Klein, M. A. e cols. Microbial Contamination of Hematopoietic Stem Cell Products: Incidence and Clinical Sequelae. Biology of Blood and Marrow Transplantation. 12, 1142-1149 (2006).
  5. Sun, J. e cols. Differences in quality between privately and publicly banked umbilical cord blood units: a pilot study of autologous cord blood infusion in children with acquired neurologic disorders. Transfusion. 50, 1980-1987 (2010).
  6. Guidance for industry: minimally manipulated, unrelated allogeneic placental/umbilical cord blood intended for hematopoietic reconstitution for specified indications. U.S. Department of Health and Human Services, Food and Drug Administration, Center for Biologics Evaluation and Research (2009).
  7. NetCord-FACT. International Cord Blood Standards Accreditation Manual. Quinta edição (2013).

Processamento e armazenamento

Além da importância da coleta, o olhar crítico sobre os protocolos de processamento e armazenamento das células-tronco do sangue e tecido do cordão umbilical são constantes. O Hemocord utiliza metodologia e equipamentos de padrão mundial, embasados em protocolos aprovados pelo Food and Drug Administration (FDA) (1,2).

O congelamento do sangue de cordão e do tecido do cordão umbilical é realizado através de um equipamento informatizado que resfria gradualmente a bolsa de forma a minimizar possíveis danos celulares.

Nosso protocolo contempla o armazenamento do material em uma ou mais bolsas de criopreservação, e de pequenas amostras adicionais. Essas amostras ficam armazenadas separadamente para que, em caso de necessidade de testes futuros, não seja necessário retirar a(s) bolsa(s) do tanque de armazenamento.

O armazenamento do material é realizado em tanques de nitrogênio, em temperatura ultrabaixa (-196°C). A eficácia desses equipamentos está consagrada por décadas de uso em armazenamento de medula óssea e de outros tecidos para transplantes (3,4).

Referências:

  1. NetCord-FACT. International Standards for Cord Blood Collection, Banking, and Release for Administration (2013).
  2. ThermoGenesis. Protocolo de processamento e armazenamento de sangue. Ref. 8-0343-0 (2011).
  3. Attarian, H. e cols. Long-term cryopreservation of bone marrow for autologous transplantation. Bone Marrow Transplantation. 17, 425-430 (1996).
  4. Berz, D. e cols. Cryopreservation of Hematopoietic Stem Cells. American Journal of Hematology. 82, 463-472 (2007).

Segurança

Todos os processos do Hemocord, desde a contratação até o armazenamento do material, foram projetados e são desempenhados para dar segurança ao cliente. Nossa certificação da qualidade pela Organização Nacional de Acreditação, especializada na área da saúde, garante a excelência e segurança nos processos e a transparência das informaçôes.

O laboratório possui acesso restrito à equipe técnica, com controle biométrico de digitais. Todos os equipamentos possuem alarmes internos visuais e sonoros. Há também um equipamento que permite chamada externa a oito canais telefônicos em caso de necessidade.