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Diretora Geral do Banco de Células Tronco Hemocord volta ao Brasil após especialização em Harvard

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Retornou ao Brasil, no início do segundo semestre, a Diretora Geral do Banco de Células Tronco Hemocord, Dra. Karolyn Sassi Ogliari, após residir um ano e meio nos EUA.

Karolyn, que é médica, concluiu o seu pós-doutorado com especialização em células-tronco e regeneração de tecidos e órgãos no Harvard Stem Cell Institute. O seu foco de pesquisa foi em Neurociência, mais especificamente em esclerose lateral amiotrófica e regeneração de neurônios motores após lesão de medula espinhal. Ela trabalhou, também, com células-tronco pluripotentes induzidas e formação de organoides cerebrais humanos.

Segundo Karolyn, o tempo nos EUA foi muito proveitoso, pois teve a oportunidade de aprender diversas técnicas envolvendo experimentos in vitro e in vivo, tanto com células animais quanto com células-tronco humanas de diferentes tipos, como embrionárias e adultas.

Agora com seu retorno ao Brasil, visa utilizar o braço científico do Hemocord juntamente com pesquisadores ligados à Universidade para aplicar essas técnicas com o sangue e tecido de cordão umbilical. “Atualmente, há novas pesquisas e tratamentos que indicam que o sangue de cordão é benéfico para determinadas doenças neurológicas. Hoje pacientes podem participar de estudos clínicos nos EUA recebendo o sangue de cordão para paralisia cerebral e autismo.”

“Após esse um ano e meio pesquisando e buscando novas perspectivas sobre células-tronco, retorno ao Brasil com a expectativa que um dia os governantes voltados à saúde, seus pesquisadores, e a classe médica entendam que a interação e cooperação entre instituições públicas e privadas é um modelo que beneficia a sociedade.  Nosso país precisa de um cenário onde as pesquisas não se desenvolvam dependendo massivamente de verba governamental, mas que tenham mais apoio de empresas privadas, sem preconceito. Nesse cenário de competitividade e de incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico, é que novas terapias surgirão de forma mais rápida”, afirma a Dra. Karolyn.

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